quinta-feira, 18 de abril de 2019

Cigarra "chorona"









Essa é mais uma espécie de cigarra que eu desejava capturar há pelo menos um ano!! Mas qual foi a minha surpresa ao capturá-la e ver que ela é praticamente idêntica à outra cigarra do post mais recente do meu blog, sendo a única diferença o canto?? E ambas são muito semelhantes a uma espécie que já figurou no meu blog: Dorisiana drewseni. Será que são todas do mesmo gênero?? Enfim, observa-se aqui o tamanho diminuto do espécime (aproximadamente 2cm), as patas esverdeadas, o ventre amarronzado e o dorso bastante escuro. Não há marcas características nas asas.
Se alguém souber a identificação, favor me responder nos comentários.

quarta-feira, 27 de março de 2019

Cigarra desconhecida com canto de serra elétrica












Esperei por quase 8 anos para capturar uma cigarra desta espécie!!! E eu não imaginava como ela era pequena... em uma postagem anterior, eu supus que esta talvez fosse a maior espécie de cigarra do Brasil; não poderia estar mais enganado!!!😅
Bom, não sei que espécie é essa; só sei que é bastante barulhenta, com o seu canto que a princípio parece um "coaxar" e depois evolui para um som de serra elétrica... alguém se habilita?? No vídeo postado, outras cigarras da mesma espécie cantam enquanto eu capturo o espécime fotografado. 

sábado, 23 de março de 2019

Carineta formosa (ou Carineta diardi)







Essa aqui eu considero um troféu máximo da beleza das cigarras!! Localizei este espécime na cidade de Caçapava-SP, em setembro de 2016. Só tenho dúvidas quanto a sua real nomenclatura científica: é uma Carineta formosa ou uma Carineta diardi?? Quem souber, favor me dizer a diferença entre elas... kkkkkkk

Cigarra desconhecida














Primeiramente, peço desculpas pelo longo tempo de ausência de postagens.
Em segundo lugar, trago novidades.
Eu já localizei esta cigarra na região de Paraibuna-SP, no ano de 2012. Porém, não consegui capturar um exemplar. Agora, ao final de 2018, consegui capturar um exemplar na região de Barueri-SP. Fisicamente, ela não parece nada diferente da Dorisiana viridis, mas o seu canto é algo único, cujo similar mais próximo pertence ao gênero Majeorona. Seria essa uma M. bovilla?? Não sei. Só sei que estou feliz de ter encontrado este espécime.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Ataque dos pica-paus... kkkkkk





Este casal de pica-paus-do-campo (Colaptes campestris) estava atacando os retrovisores do meu carro... risos. Tive que postar isso porque o vídeo em si é muito engraçado...

Cigarras de Paraibuna-SP (Parte 5)




Eis agora a parte de Paraibuna que mais me intrigou: as espécies que não pude coletar ou fotografar. Pior que isso, teve uma espécie que eu sequer registrei o canto em vídeo, apesar de ter tido a oportunidade. Pelo menos eu posso descrever o canto: parece-se com o início do canto da espécie F. torresi, com a diferença que não aumenta de intensidade. O que eu pude ver desta cigarra (sim, eu pude ver, e não tirei foto... :-( ...) é que é um espécime grande, algo entre a própria F. torresi e a Quesada gigas (ou seja, 4cm de comprimento). O desafio era que por qualquer motivo essa espécie parava de cantar, o que dificultava a filmagem.
Porém, vamos às outras, as quais pude registrar o canto em vídeo. Primeiramente, quero lamentar a péssima qualidade das gravações (infelizmente, na mesma hora da filmagem havia várias outras cigarras cantando junto). Apesar disso, ainda é possível distinguir o canto dessas duas novas espécies (digo novas porque eu ainda não havia avistado nenhuma delas).
A primeira gravação mostra um canto que começa semelhante à segunda parte do canto da F. torresi, uma sequência de zizizizizizi. Depois disso, o canto acelera e torna-se uma sequência bem rápida de grupos de 5/6 pulsos (algo parecido com um zizizizizi zizizizizi zizizizizi). Como não vi a cigarra que produziu esse canto, não posso afirmar nada sobre ela, mas acredito que seu tamanho não deva ser superior a 3cm.
A segunda, a terceira e a quarta gravações mostram um canto que começa com uma oscilação bastante rápida, uma sequência contínua de pulsos, que aos poucos vai desacelerando e depois se transforma em uma sequência de "weeooooweeooooweeooooweeoooo". Também não vi a cigarra que produziu esse canto, mas posso afirmar que me parece maior que a anterior, pelo simples fato de o segundo canto ser mais alto que o primeiro.
Ficaria muito feliz se me ajudassem a identificar as referidas espécies!!

Cigarras de Paraibuna-SP (Parte 4)

















Estou muito feliz por ter encontrado novamente esta cigarra (já havia a encontrado em Socorro-SP ano passado). Se por um lado ela me provou por a + b que eu estava identificando outra espécie de maneira errada, por outro me deu certeza de que esta é a verdadeira espécie que antes eu não sabia: Trata-se nada mais nada menos que da Quesada sodalis!!!!! Tive a sorte de achar um documento que identificava com certeza esta espécie, principalmente pelas suas marcas nas asas (Espécies de Cigarras Associadas ao Cafeeiro). Como se pode ver nas fotos, seu corpo é quase todo negro, com o colar e os olhos num tom bastante escuro de verde, 2 manchas brancas em forma de ponto nos lados do abdome e o ventre branco (exceto as patas e a parte central do abdome). Seu tamanho é de aproximadamente 4cm, e o espécime nesta foto é um macho. Seu canto é bastante alto, chegando a ser ensurdecedor: uma vibração em altíssima velocidade, num tom bastante agudo. Há possibilidades de que outra cigarra encontrada no ano passado em Campinas e postada neste blog pertença à mesma espécie, pois possui o canto quase igual; porém, a cor dos olhos e das marcas no mesonoto do espécime são diferentes, não há marcações nas asas, e o período na qual ele foi encontrado era posterior ao atual (final de dezembro, enquanto estamos no início de novembro), o que pode resultar ainda numa outra espécie.